Na última terça-feira (5), Claudinho Serra (PSDB) completou dois meses de prisão após o Gaeco deflagrar a 4ª fase da Operação Tromper, que investiga esquema de corrupção chefiado pelo político quando atuou como secretário de finanças em Sidrolândia.
Ele, seu assessor, Carmo Name Júnior, e o empreiteiro Cleiton Nonato Correia (GC Obras) foram presos no dia 5 de junho, após o Gaeco deflagrar a 4ª fase da Operação Tromper. Nesta nova etapa das investigações, eles e outras 11 pessoas já se tornaram réus por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Assim, Claudinho Serra bateu seu recorde atrás das grades. Isso porque ele já havia sido preso no ano passado, na 3ª fase da Tromper, quando foi apontado oficialmente como o líder do esquema que desviou milhões dos cofres públicos de Sidrolândia.
Naquela ocasião, o então vereador de Campo Grande ficou 23 dias preso, até ser liberado mediante uso de tornozeleira. Ao ser detido novamente este ano, o político ainda usava o equipamento de monitoramento.
Agora, Serra aguarda julgamento de recurso chamado embargos de declaração que a defesa dele, representada pelo advogado Tiago Bunning, entrou para tentar reformar decisão que negou HC (Habeas Corpus).
O recurso tem como relator o desembargador, José Ale Ahmad Netto, da 2ª Câmara Criminal do TJMS.
Além deles, o empresário que controlava empresas de fachada para vencer licitações no esquema, Ueverton da Silva Macedo, o Frescura, também segue preso. Porém, ele está atrás das grades desde outubro do ano passado. Nesse tempo, chegou a ser condenado a 3 anos e meio de reclusão por obstrução da Justiça, por esconder em um bunker celular para evitar a apreensão pelo Gaeco.

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