Homenagem as mulheres da cidade

Desde pequenas as mulheres sempre ouvem que não podem fazer muitas coisas, como ser policial, bombeiro, vereadora, jogadora, mas isso não as impedem de serem o que foram destinadas.
A vida das mulheres é uma luta constante, às vezes contra o espelho, por padrões e mais padrões impostos pela sociedade outras vezes pela falta de aceitação. Existem também outras lutas, como a luta da igualdade salarial, luta da dignidade menstrual e, infelizmente, ainda há a luta pela vida.
Dizer não, se impor, lutar pelo que quer, ser a mulher que nasceu pra ser, é uma das coisas mais difíceis para uma mulher.
A luta de ser mulher não começou hoje, ela começa desde o momento em que você nasce mulher e essa luta vem de gerações.
Qual foi o papel das mulheres nas guerras?
Todo mundo sabe que nas guerras os homens iam lutar e a mulher tomava conta da casa, dos filhos e dos bens da família, mas o que poucos sabem que isso foi o início de uma revolução feminina em busca de seus direitos.
Segundo site BBC News, as mulheres deixaram de exercer exclusivamente a função de mãe e esposa que lhes era designada até então e, nos países mais afetados pelo conflito, foram chamadas a assumir os postos de trabalho dos homens convocados para a guerra.
Ao passarem a ocupar espaços que antes lhe eram restritos, as mulheres ganharam mais força e, nos anos que seguiram o fim do confronto, conquistaram o direito ao voto em países como Alemanha, Reino Unido e Estados Unidos.
“Muitos acreditavam que os quatro anos de guerra liberaram as mulheres dos velhos moldes e estereótipos e lançaram as bases para salários mais altos, melhores empregos e melhores condições de trabalho”, escreveu a jornalista e autora Lettie Gavin em seu livro ‘American Women in World War I.
Direito ao voto
Antes de começarmos a entrar na história do direito ao voto, vamos voltar mais um pouquinho.
Começaremos pelo direito das meninas de irem a escola. É engraçado e estranho pensar que até 1827, as meninas não podiam frequentar as escolas e atualmente elas são as maiorias nas escolas.
Outro avanço após esse direito ser conquistado foi o das mulheres frequentarem a faculdade, o que se deu em meados de 1879, após 52 anos.
Em 1910 o primeiro partido feminino foi criado e 22 anos depois o direito ao voto feminino foi conquistado, em 1932.
Mas isso é apenas metade de uma fração do que as mulheres antecessoras a nossa geração tiveram que lutar para estarmos onde estamos hoje.
Antes das mulheres terem direitos, elas eram vistas como propriedade, infelizmente, muitos homens ainda acham que uma mulher é pertencente a ele e esse é um dos principais motivos da violência doméstica no Brasil.
Em 1988, com a Constituição Brasileira, as mulheres foram reconhecidas como iguais aos homens. Porém, mais uma vez a luta continua.
Dia Internacional da Mulher
O dia 8 março é comemorado mundialmente pela luta das mulheres, desde 1911 mulheres saem as ruas para manifestarem seus direitos, melhores condições de trabalho, ter autonomia sobre si própria.
Já em 1975, a ONU (Organização das Nações Unidas) declarou aquele ano como o “Ano Internacional da Mulher” e desde então o dia o 8 de março foi oficializado como Dia Internacional da Mulher.
Mulheres no poder
Ser mulher é um ato político, mas mais do que isso, ser mulher é saber que pode ser qualquer coisa, enfrentar qualquer perigo, é passar longe dos tabus e dar um sorriso pro mundo dizendo “eu consigo”, ser mulher é um ato revolucionário.
Em Sidrolândia, temos mulheres no poder, mulheres que lutam com “unhas e dentes” sobre aquilo que querem, mulheres obstinadas. E, é claro, que não poderíamos deixar de prestar a nossa homenagem a elas.
Para quem não sabe o nosso município, Sidrolândia, é comandando por duas mulheres: a prefeita Vanda Camilo e a vice prefeita Rosi Fiuza.
Na parte legislativa do município, temos as vereadoras Joana Michalski, Cristina Fiuza e a Jucinei Claro Dino. Também temos uma mulher que fez história na cidade sendo a vereadora mais votada, a ex vereadora Vilma Felini que traz consigo um currículo extenso de realizações.
Na assistência social temos a Aletânia Ramires, na Coordenadoria da Mulher temos a Fabiane Regina Roberto e a ex coordenadora Natália Souza, na associação empresarial a presidente é a Camila Nogueira e nas escolas e os centros municipais de educação infantil também temos mulheres no comando.
Na parte de segurança, temos a delegada titular Bárbara Fachetti Ribeiro e a delegada adjunta Cynthia Gomes Tapias. No Batalhão de Polícia Militar temos quatro policiais femininas e a Sargento Viviane do Corpo de Bombeiros Militar.
Na Promotoria de Justiça temos três promotoras: Bianka Machado, Janeli Basso e Daniele Borghetti. Já na primeira Vara Cível da Comarca de Sidrolândia quem atua é a juíza Elaine da Silva Tedardi. E uma das advogadas mais bem sucedidas da cidade Renata Almeida.
Na parte da saúde, temos a diretora administrativa do Hospital Elmíria Silvério Barbosa, Roseli Correa, a massoterapeuta Jurcilei Aparecida e na Associação Supera a presidente Roseli e a vice Adriana.
Na área da Beleza, temos a Wanessa Guerra e a Carolina Montenegro da “Spazen Saúde e Beleza”. Na área gastronômica temos a Fatima Leão do “Brasetto” e a Andressa Chaparro do “Siri Cascudo”.
Na parte das óticas, temos a Jane da “Óptica Renny”. E na parte dos pet shop temos a Dianifer, da “My Company”. E por fim, temos a Diana Lima da “Fronteira Moto Center” e a Joelma Lima da “Lima Ferragens”.
Na parte da informação, temos as jornalistas Suélen Duarte e a Karina Sousa.






















Meninas, acreditem, vocês podem se tornar aquilo que desejam, seja empresária, vereadora, jornalista, qualquer coisa, qualquer coisa mesmo, basta acreditar.
As mulheres de “garra” e fé, feliz seu dia, seu mês e seu ano. Porque todo dia é dia de celebrar ser mulher!
“Qual é a maior lição que uma mulher pode aprender? Que desde o primeiro dia, ela sempre teve tudo o que precisa dentro de si mesma. Foi o mundo que a convenceu que ela não tinha”, Rupi Kaur.
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