O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com cinco pontos percentuais de vantagem sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na disputa pelo segundo turno das Eleições 2026, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9).
De acordo com o levantamento, Flávio registra 52,8% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 47,2%. Os números indicam uma diferença de 5,6 pontos percentuais entre os dois candidatos.
A disputa segue após um primeiro turno marcado pelo equilíbrio. Flávio Bolsonaro recebeu 56,1 milhões de votos, correspondentes a 47,03% dos votos válidos. Lula, por sua vez, obteve 53,8 milhões de votos, o equivalente a 45,16%, conforme os resultados apurados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Pesquisa ouviu mais de 5 mil eleitores
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.026 eleitores entre os dias 3 e 8 de outubro, por meio digital. O levantamento tem margem de erro de um ponto percentual e intervalo de confiança de 95%. O registro no TSE é o BR-03663/2026.
Outro levantamento divulgado nesta semana, pelo instituto Datafolha, também apontou vantagem numérica de Flávio Bolsonaro. Na pesquisa publicada na quinta-feira (8), o senador apareceu com 52% dos votos válidos, contra 48% de Lula.
Os resultados representam retratos das intenções de voto no período em que as entrevistas foram realizadas e não garantem o resultado das urnas.
Candidatos articulam estratégias para o segundo turno
Na reta final da campanha, Flávio Bolsonaro busca ampliar sua base de apoio por meio de alianças partidárias. União Brasil, Progressistas (PP), Republicanos, PSD e Novo declararam apoio à candidatura do senador, conforme as informações divulgadas.
Já a campanha de Lula aposta em mudanças na estratégia de comunicação e na mobilização de parlamentares eleitos para ampliar o alcance das mensagens nas redes sociais.
O segundo turno das Eleições 2026 está marcado para o dia 25 de outubro, quando os eleitores voltarão às urnas para escolher o próximo presidente da República.
*Com informações da CNN Brasil e dados das pesquisas citadas*


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