Por medidas de segurança, a mãe da bebê de 1 ano e 9 meses, que morreu após ser estuprada pelo pai, precisou ser levada para o quartel da PM (Polícia Militar), devido aos protestos que ocorreram em frente de sua residência, nesta sexta-feira (11), na cidade de Camapuã.
A PM informou a medida foi tomada por questões de segurança, com o objetivo de preservar a integridade física da mulher diante da forte comoção e revolta popular que tomaram conta da cidade após o crime. A manifestação mobilizou dezenas de pessoas, em sua maioria mulheres, que empunhavam cartazes, gritavam palavras de ordem e exigiam justiça pela morte da menina, conforme o site Navega MS.
Com os ânimos exaltados, a Polícia Militar foi acionada para evitar confrontos e garantir a segurança dos moradores. O protesto durou mais de quatro horas e apesar do clima tenso, foi encerrado de forma pacífica.
A mãe da menina, que inicialmente alegou desconhecer os fatos, passou a ser investigada por omissão, já que a criança tinha sinais de maus-tratos e negligência nos últimos dias de vida. A bebê tinha problema de saúde complexo, mas também apresentava sinais de abandono, como piolho e larvas no corpo. O caso repercutiu na mídia estadual e nacional.
Estupro e morte
Ísis começou a ser estuprada pelo suspeito, seu próprio pai, enquanto ele mantinha relações sexuais com a genitora dela. Ao ser detido, ele confessou o crime e afirmou não ter ‘conseguido controlar seus impulsos sexuais’, porque já havia sido abusado pelo primo durante um período da sua infância.
Após o crime, o suspeito foi trabalhar e a filha ”estava bem”. Porém, horas depois, a criança começou a passar mal e faleceu no hospital da cidade.
O caso está sendo investigado pelas autoridades locais.
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