quinta-feira , 23 de abril de 2026
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Esposa de “Frescura” tem prisão convertida em domiciliar após Operação Camuflagem

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Esposa de “Frescura” tem prisão convertida em domiciliar após Operação Camuflagem
Ueverton e Juliana foram presos acusados de lavar dinheiro de corrupção (Pietra Dorneles, Jornal Midiamax)
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A Justiça determinou a conversão da prisão preventiva em prisão domiciliar de Juliana Paula da Silva, esposa do empresário Ueverton da Silva Macedo, conhecido como “Frescura”. A decisão foi publicada nesta quinta-feira no Diário Oficial e atende a um pedido da defesa que solicitava liberdade provisória com ou sem fiança.

Juliana foi presa no dia 26 de fevereiro durante a Operação Camuflagem, deflagrada pelo Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção). A investigação é um desdobramento da Operação Tromper, que apura fraudes e desvios em licitações na Prefeitura de Sidrolândia.

Na decisão, a Justiça autorizou que Juliana cumpra prisão domiciliar para que possa cuidar dos dois filhos menores de 12 anos, sendo que um deles necessita de cuidados especiais. A defesa foi apresentada pelo advogado Arlei de Freitas no mesmo dia da operação.

Apesar da mudança no regime de prisão, a determinação judicial impõe regras rígidas. Juliana deverá permanecer em sua residência e não poderá sair sem autorização judicial. O descumprimento das condições poderá resultar na revogação imediata do benefício e no retorno ao sistema prisional.

Além do casal, também foram presos durante a operação Evertom Luiz de Souza Luscero, Gedielson Cabral Nobre e Flaviana Barbosa de Sousa. Até o momento, segundo apuração da reportagem, não foi protocolado pedido de liberdade para os demais investigados.

A Operação Camuflagem é resultado do aprofundamento das investigações da Operação Tromper, que teve quatro fases entre 2023 e 2025. De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), a nova etapa identificou um esquema estruturado de lavagem de dinheiro destinado a ocultar a origem de recursos obtidos de forma ilícita.

Segundo o MPMS, o grupo utilizava contas bancárias de terceiros, empresas registradas em nome de comparsas e a interposição de pessoas para realizar pagamentos e movimentações financeiras em benefício do investigado e de sua família, inclusive durante períodos em que ele esteve preso.

O nome da operação faz referência justamente à estratégia utilizada para camuflar a titularidade e a origem dos recursos investigados, por meio de uma rede de apoio que permitia ocultar o dinheiro obtido irregularmente.

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