quinta-feira , 23 de abril de 2026
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“Dra. Potente”, fisioterapeuta se exibe em lives sacanas dentro de hospital

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“Dra. Potente”, fisioterapeuta se exibe em lives sacanas dentro de hospital
Redes sociais/Reprodução
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A câmera é ligada em um clique, e a iluminação logo se ajusta. O jaleco branco, símbolo de conhecimento e cuidado, é desabotoado lentamente. A performance, recheada de energia e sensualidade, marca o início de mais uma live. A atividade seria apenas mais um dia comum na rotina de uma produtora de conteúdo adulto, caso as imagens não fossem produzidas dentro de ambientes hospitalares.

No fundo do vídeo, uma maca improvisada e o estetoscópio completam o ambiente. Do outro lado da tela, dezenas — e às vezes centenas — de espectadores esperam ávidos pela “Dra. Pontente”, apelido usado por uma fisioterapeuta, a estrela da gravação. A profissional, de fato, atua da área de saúde, mas aproveita o expediente para fazer a alegria da macharada e engordar o salário no fim do mês.

O cenário lembra uma enfermaria. O jaleco bordado com o símbolo da fisioterapia ajuda a estimular o fetiche. A máscara cirúrgica camufla a identidade e, ao mesmo tempo, excita quem assiste. A mulher mantém um perfil em que costuma trocar cenas de nudez por dinheiro. A transmissão on-line incendeia a plataforma adulta. A morena conduz as lives até dentro de banheiros, supostamente nas dependências de alguma unidade de saúde.

Demitida

Em seu perfil, a morena de cabelos longos citava que daria expediente no Instituto Nacional de Tecnologia e Saúde (INTS). A coluna entrou em contato com o instituto para confirmar se a mulher pertencia aos quadros de profissionais e foi informada de que ela já havia sido demitida anos atrás.

“A fisioterapeuta foi admitida no Hospital Municipal Guarapiranga (SP) em 22 de janeiro de 2021 e desligada meses depois, em 29 de março do mesmo ano”, aponta a nota do INTS.

A prática do chamado “cam sex”, em que mulheres fazem lives e ganham dinheiro dos espectadores, não é ilegal. Produzir conteúdo adulto de forma consensual e remunerada é lícito no Brasil. O que se aproxima de uma zona cinzenta é o uso de símbolos institucionais — como jalecos com logos de hospitais — ou a produção de conteúdo em locais públicos de trabalho.

 

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