Um homem de 30 anos procurou a Polícia Civil de Sidrolândia após ser vítima de uma suposta extorsão depois de contratar uma acompanhante por meio de um site adulto. Segundo o boletim de ocorrência, ele teria perdido cerca de R$ 1,4 mil após desistir do encontro ao perceber que a mulher encontrada no endereço não era a mesma das fotografias utilizadas durante a negociação.
Conforme o relato registrado pela vítima, o homem navegava em um site adulto quando encontrou um perfil que despertou seu interesse. Após iniciar uma conversa pelo WhatsApp, os dois teriam combinado o encontro e ele se deslocou até uma residência localizada no bairro Sidrolar.
Ao chegar ao endereço, entretanto, o homem percebeu que a mulher presente no local não correspondia às fotos que havia recebido durante a conversa. Diante da situação, decidiu não realizar o encontro e deixou o local.
Ameaças após desistência
Pouco tempo depois, segundo o boletim de ocorrência, a vítima começou a receber mensagens de um segundo número de telefone. O autor das mensagens teria se apresentado como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC) e afirmado que a suposta acompanhante havia sofrido um prejuízo por causa da desistência.
O suspeito teria então exigido que o homem pagasse três parcelas de R$ 470 como forma de compensação pelo encontro que não aconteceu.
Ainda de acordo com o relato, o autor das mensagens enviou dados pessoais da vítima como forma de intimidá-la. Com receio das ameaças, o homem realizou os três pagamentos por Pix, sendo dois destinados a uma pessoa física e outro para uma conta empresarial.
Os valores pagos totalizaram R$ 1.410.
Vítima bloqueou contato e procurou a polícia
Após realizar os pagamentos, o homem decidiu bloquear o número utilizado nas ameaças e procurou a Delegacia de Polícia Civil de Sidrolândia para registrar a ocorrência.
O caso deverá ser investigado pelas autoridades, que poderão apurar a identidade dos envolvidos, a origem dos números utilizados nas mensagens e os destinatários das transferências realizadas pela vítima.
A polícia também deverá verificar se houve participação de outras pessoas no esquema e se outros casos semelhantes podem estar relacionados aos mesmos envolvidos.


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