A Prefeitura de Sidrolândia anunciou a definição de um novo espaço para a destinação adequada dos bags — grandes sacos utilizados para o armazenamento de resíduos — que estavam acumulados em diversos pontos da cidade. O local escolhido é a antiga Unidade de Processamento de Lixo (UPL), que estava desativada e agora está sendo preparada para cumprir novamente uma função ambiental importante.
Segundo a administração municipal, o licenciamento da área já foi concluído e os trabalhos de adequação estão em andamento. A medida tem como objetivo resolver um problema que vinha preocupando moradores e o setor de limpeza urbana, com o acúmulo de bags nas vias públicas após a proibição de descarte em locais não autorizados.

Com a retomada da estrutura da antiga UPL, o município busca restabelecer a organização na coleta e armazenamento dos resíduos, garantindo mais limpeza e respeito ao meio ambiente. A expectativa é de que, com o novo ponto de destinação, Sidrolândia avance na gestão dos resíduos sólidos e ofereça mais segurança sanitária à população.
Decisão judicial
A Prefeitura de Sidrolândia esclareceu a situação referente à suspensão da coleta de resíduos depositados em bags pela população. Segundo o prefeito Rodrigo Basso (PL), a medida foi resultado de uma decisão judicial que determinou que a empresa responsável não pode continuar realizando o recebimento e destinação dos materiais da forma como vinha ocorrendo.
“A decisão é judicial, foi uma suspensão. A empresa não pode receber e nem destinar da forma que estava destinando”, afirmou o prefeito em entrevista concedida ao programa Segunda Conversa no dia 27 de setembro.
O prefeito destacou que um dos problemas identificados é a mistura de materiais dentro dos bags, como entulho, lixo orgânico e recicláveis, o que dificulta e inviabiliza o tratamento adequado. Ele reforçou que a cooperativa de reciclagem continua em atividade e que grande parte dos resíduos descartados poderia ser reaproveitada.
“90% do que estava dentro do bag podia ter outra destinação. O que é orgânico, dá para fazer compostagem. O que é reciclável, a cooperativa está coletando. Só o que não dá para reaproveitar deve ir para o saco preto e ser recolhido normalmente”, ressaltou.
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