sexta-feira , 6 de março de 2026
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‘Vi o cachorro sacudindo a menina’, diz vizinha sobre ataque de pit bull que levou criança de 2 anos à morte

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‘Vi o cachorro sacudindo a menina’, diz vizinha sobre ataque de pit bull que levou criança de 2 anos à morte
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A vizinha da família cujo cachorro matou uma criança de dois anos nesta segunda-feira (21) narrou o momento do ataque. A ocorrência durante o período da manhã, em Hortolândia.

Poliana Eduarda foi quem chamou a polícia. Ela havia acabado de chegar do mercado quando ouviu os gritos de socorro da mãe.

“Na hora que eu corri, vi o cachorro sacudindo a menina. Eu peguei e liguei para a polícia. A mãe [da criança] estava falando: ‘socorro’. Na hora que eu vi, ela estava em desespero”.

“O cachorro já estava daquele jeito com a menina. Eu entrei em desespero também e liguei para a polícia. [O cachorro] não soltava, não tinha como. Começou sacudindo a cabeça. Eu fiquei totalmente desesperada”, comenta. “A cena ali, o choque foi muito grande”.

A Polícia Militar foi acionada por uma vizinha. Quando chegaram ao local, os agentes precisaram atirar contra o animal, que é da raça pit bull, para que ele soltasse a menina.

A vítima chegou a ser levada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas chegou sem vida, segundo informações confirmadas pela Prefeitura.

O cachorro, que levou três disparos, também foi socorrido. Ele é adulto e havia sido adotado há cerca de dois meses.

A PM informou que ainda não se sabe a dinâmica do acidente, mas a mãe estava no imóvel no momento do ataque. A perícia foi acionada.

A auxiliar de serviços gerais conta que um vizinho tentou usar um pedaço de madeira para interromper os ataques do pit bull, mas não teve resultado.

“Eu nem sabia que tinha cachorro aqui. [A menina estava ferida] muito sangue, no braço, na cabeça. Ele pegava mais na parte da cabeça e sacudia ela, sacudia bastante. A polícia pegou e atirou. Depois eu entrei pra dentro de casa”, narrou a vizinha.

“Eu, por ser mãe, na hora que eu vi a reação, comecei a chorar, entrei em pânico. Não sabia nem qual era o telefone do Samu, porque entrei em um desespero muito grande”, afirma Poliana.

 

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